VOCÊ SABIA QUE SEU MELHOR AMIGO TAMBÉM PRECISA IR AO DENTISTA?

Não são apenas os seres humanos que devem ter cuidados com a higiene bucal, os animais de estimação também sofrem de doenças na cavidade oral...

Sim, é isso mesmo! Cães e gatos também precisam cuidar da saúde bucal, assim como nós. Já imaginou não escovar os nossos dentes por uma semana? Um mês, um ano? E por dez anos? O tártaro, ou melhor, o “cálculo dentário” que progressivamente vai se acumulando sobre a superfície dos dentes é também constituído por milhões de bactérias altamente destrutivas, levando a inflamação da gengiva, dor, perda de apetite, perda do osso alveolar (osso situado ao redor das raízes dentárias) e, consequentemente, a mobilidade e perda dos dentes.

Esse quadro infeccioso é chamado de doença periodontal e estima-se que 80% dos cães e gatos a desenvolverão em alguma fase da vida, aumentando a incidência com o avançar da idade. Um sinal importante e facilmente detectável da presença de doença periodontal, além do cálculo na superfície dentária, é o mau hálito!

Pesquisas científicas ressaltam também sobre a possibilidade dessas bactérias (ou seus substratos) causarem doenças em outros órgãos, como coração, rins, articulações, já que entram na corrente sanguínea. Portanto, o tratamento precoce da doença periodontal e a prevenção são as maneiras mais eficazes de combatê-la.

Não devemos, no entanto, nos preocupar tão somente com a doença periodontal. Cães e gatos também podem ter fraturas dentárias, formação de cistos e abscessos, dentes mal posicionados, persistência de dentes de leite, câncer de boca, fraturas de mandíbula e maxila, fissuras palatinas e, especialmente nos gatos, inflamações gengivais generalizadas e processos de reabsorção dentária, o que pode causar grande apatia e dificuldade em se alimentar por causa da dor.

Para tratar esta diversidade de doenças orais oferecemos atendimento profissional especializado em Odontologia Veterinária e centro cirúrgico totalmente equipado. É indispensável o uso da anestesia geral inalatória, que deve ser realizada por anestesista especializado, com monitorização em tempo integral, desde a sedação até a total recuperação do paciente.

 

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